quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
O Desejo do medo
Desejo o medo. O medo de não saber mais viver sem você. Desculpe-me. Sinto por te assustar, e falar desta forma. Estou indo embora. Mas que é , eu não aguento mais. Estou apaixonada e mal posso acreditar, nisto. O que foi? Que feitiço era esse, que pó mágico é esse, que você soprou em meus olhos, e que faz meu pobre coração suspirar. Tenho dó, de meu pobre coração, ele é fraco e pouco amou nesta vida. Ensine-o a amar. Eu leio contos, e sei que isto é possível. Nem sempre, acreditei no amor, é verdade. Mas, desde a fuga da minha prima com o Amor, que ela dizia ser de morrer, desde então, leio contos de amor. Procuro me trancar, de birra, em torres altissímas protegidas por grandes dragões ferozes, somente pra ver se.. Ver se você aparecia, mas não. É na hora que ele quer? Acontece na hora que ele quer, não é?Quem? O Amor. Tudo bem, porque eu só quero você e eu no mundo, colorido e cheio de música. E se não tiver nem música e cores, não se preocupe, por que então nós cantaremos e eu tenho uma caixa de giz de cera.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
4 comentários:
Poxaa, foi como se eu tivesse lido 'Uma alprendizagem ou o livro dos prazeres'. Li, gostei e digo:
- Ah, foi tão..
eu quis dizer aprendizagem, aprendizagem...
menina, sinto tanta empolgação em ler seus textos. você nem sabe!
deseje o medo. mas deseje pouquinho!
Em resposta ao comentário da Binha:
não dá pra você desejar só um pouquinho, pois como CL diz: Toca ou não toca. Porque quando nos damos conta deste sentimento ou daquele, ele já te devorou.
Postar um comentário