Errado: o que é certo?
Hierarquia: não existe.
Tempo: meu temor.
Somente de passagem.
Você é quem está de passagem. O Tudo fica no seu devido lugar mas, sua vida, a minha vida, são de passagem. Levamos na alma, o Tudo. E o tudo fica com os meus pés marcados em seu chão, minhas mãos estão pintadas na parede, minha voz ainda ecoa por seus corredores.
Desejarei e sonharei, em voltar. Em minha lucidez eu saberei, que fui feliz no tempo que me fora dado, para viver lá.
Minha juventude esta marcada. "KK"
sábado, 25 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Despedaçados os olhares trocados
Em seus olhos eu via. Sentia em seus olhos amendoados , com a menina dos olhos pequena pequenina, um abismo profundo.
E não conseguia desviar o olhar, perseguia aqueles olhos, que desviavam do meu, queria que me contasse e segredasse, que se jogasse nos meus braços e chorasse pedindo perdão por amar-me demais.
Contudo, ela fingi não sentir o que sente. Eu fingo que acredito nela, quando esta se nega. Ela me nega. E então saímos felizes, pisando em cacos, pisando em nossos cacos, Estilhaços de nós. Ao chão, são os meus estilhaços que choram, os dela respondem ao meu choro com, um riso de canto de boca, amarelo.
Meses. Mês de choro, outro de tristeza angustiante. Outros ainda, sentia o calor de sua respiração, assim perto de minha nuca, e consolada a tristeza aparente e apática de meus olhos, distantes observavam-a.
E mais meses vieram, a estação mudou, o mundo girou.
Nos encontramos, passamos e cruzamos o mesmo farol, desconhecidos. Éramos agora estranhos um para o outro. E gosto, o necessário para sentir, e não fingir que te esqueci é agora questão da minha honra.
Eu espero que tudo acabe, quando comece.
E não conseguia desviar o olhar, perseguia aqueles olhos, que desviavam do meu, queria que me contasse e segredasse, que se jogasse nos meus braços e chorasse pedindo perdão por amar-me demais.
Contudo, ela fingi não sentir o que sente. Eu fingo que acredito nela, quando esta se nega. Ela me nega. E então saímos felizes, pisando em cacos, pisando em nossos cacos, Estilhaços de nós. Ao chão, são os meus estilhaços que choram, os dela respondem ao meu choro com, um riso de canto de boca, amarelo.
Meses. Mês de choro, outro de tristeza angustiante. Outros ainda, sentia o calor de sua respiração, assim perto de minha nuca, e consolada a tristeza aparente e apática de meus olhos, distantes observavam-a.
E mais meses vieram, a estação mudou, o mundo girou.
Nos encontramos, passamos e cruzamos o mesmo farol, desconhecidos. Éramos agora estranhos um para o outro. E gosto, o necessário para sentir, e não fingir que te esqueci é agora questão da minha honra.
Eu espero que tudo acabe, quando comece.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Meu amor revolucionário
Eu queria. Eu quero e vou.
Causar uma revolta.
Quero fazer a revolução do amor. Uma revolução no amor.
Poder amoar a quem eu desejar, doar e repartir meu amor,
com os pobres de amor na alma.
Eu vou reconstruir a forma de amar, que seja então, livre.
Você pode reistir mas, quando o vento floral da minha primaversa revolucinaria soprar, você irá cair perante o amor.
Causar uma revolta.
Quero fazer a revolução do amor. Uma revolução no amor.
Poder amoar a quem eu desejar, doar e repartir meu amor,
com os pobres de amor na alma.
Eu vou reconstruir a forma de amar, que seja então, livre.
Você pode reistir mas, quando o vento floral da minha primaversa revolucinaria soprar, você irá cair perante o amor.
Marina
Apesar de,...mas que merda. O que mais eu posso dar - pensou, parou de andar e confrontou-se com o espelho,os olhos borrados de preto escorrido, cabelo despenteado, de calcinha e regata, tragava profundamente o cigarro sabor amargo, apesar da sua descompostura, era.
Dê a si mesma, respondeu num sorriso sarcástico o reflexo no espelho.
Mas o refrão, da velha radiola, cantava:
E tudo o que eu posso te dar é a solidão com vista para o mar.
Dê a si mesma, respondeu num sorriso sarcástico o reflexo no espelho.
Mas o refrão, da velha radiola, cantava:
E tudo o que eu posso te dar é a solidão com vista para o mar.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Correspondência
Oscilo, não possuo a certeza. Dúvido que ela, a certeza, fora de mim arracada.
Porém, também me permiti, ficar sem a dita, certeza.
Você conhece o Caio Fernando Abreu, é um escritor já morto (digo morto e não se assuste, não encontro problemas em dialogar com ela, a morte. Assim, como dialogo com a vida.)
Leio, sempre que posso. Livros de amigos meus, alias tenho um dele. Neste ele trata de anjos e espiritualidades, de forma dócil e bonita. Digo e Adimito. É dele canalha, humano, deprê, sentimentalista barato movido a alcool, eu gosto.
Devorei seus contos, assim. Com os sentimentos ordinários humanisticos, dos bichos brancos (termo que ele utiliza, pra deescrever humanos).
Porém, também me permiti, ficar sem a dita, certeza.
Você conhece o Caio Fernando Abreu, é um escritor já morto (digo morto e não se assuste, não encontro problemas em dialogar com ela, a morte. Assim, como dialogo com a vida.)
Leio, sempre que posso. Livros de amigos meus, alias tenho um dele. Neste ele trata de anjos e espiritualidades, de forma dócil e bonita. Digo e Adimito. É dele canalha, humano, deprê, sentimentalista barato movido a alcool, eu gosto.
Devorei seus contos, assim. Com os sentimentos ordinários humanisticos, dos bichos brancos (termo que ele utiliza, pra deescrever humanos).
Finjir, na hora Rir
Queria você aqui! Queria. Pois não quero mais.
Por quê?
Queria um abraço seu!,.. conversas, assuntos aleatórios, você não entenderia, mas ainda assim estaria aqui! Concordaria comigo, em seus olhos eu sei, você não entende, berraria contigo por não enterder, o que nem eu entendo. Calma e passiva. Espera eu acalmar-me. Sento na poltrona, desajeitada, volto a falar. Finjo não ter feito nada.
Que pena! ele nem deve lembrar-se mais de mim.
Encantaria de novo, e novamente. Ele se encantaria. Porque você não mudou.
Enganasse my darling.
Por quê?
Queria um abraço seu!,.. conversas, assuntos aleatórios, você não entenderia, mas ainda assim estaria aqui! Concordaria comigo, em seus olhos eu sei, você não entende, berraria contigo por não enterder, o que nem eu entendo. Calma e passiva. Espera eu acalmar-me. Sento na poltrona, desajeitada, volto a falar. Finjo não ter feito nada.
Que pena! ele nem deve lembrar-se mais de mim.
Encantaria de novo, e novamente. Ele se encantaria. Porque você não mudou.
Enganasse my darling.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Moderação Desabafo Certeza Não Obrigada
Sabe o que eu queria?
Mais dias como o ontem. Na minha vidinha de Adoloscente, pré vestibulanda, chata, com rotina, direitos e deveres mau resolvidos. Amores e Amigos. Vodca ou Pinga?
Qual é, você fingi viver, e eu finjo não fazer besteiras!
Se a vida fosse um eterno 04 de abril seria perfeita..
mais veio o 5, o 6 e o 7 de abril, e cabe a nós torna-los também perfeitos...Papo patético de esperança tola ainda intocada pela desilusão.
Não me importam os dias, as horas. Eu queria a Paixão, o Vinil, o Vinho, o Jantar, Meus Amigos,
Minha mãe disse-me: Você é chata. ninguém te entenderá deste jeito, complexa toda vida.
Meu jeito afobado de ser, desesperada por resposta, á tudo. Fazendo interpretações romanticas e femininas: o que será que ele ve em mim?
Cheia de palavras engasgadas, com nó na garganta de tantas
não, não estou chorando meu bem. Por enquanto.
Esta mais para acumulo de palavras. Bom, tenho falado desnecessáriamente, nos momentos em que o silencio bastava.
Mais dias como o ontem. Na minha vidinha de Adoloscente, pré vestibulanda, chata, com rotina, direitos e deveres mau resolvidos. Amores e Amigos. Vodca ou Pinga?
Qual é, você fingi viver, e eu finjo não fazer besteiras!
Se a vida fosse um eterno 04 de abril seria perfeita..
mais veio o 5, o 6 e o 7 de abril, e cabe a nós torna-los também perfeitos...Papo patético de esperança tola ainda intocada pela desilusão.
Não me importam os dias, as horas. Eu queria a Paixão, o Vinil, o Vinho, o Jantar, Meus Amigos,
Minha mãe disse-me: Você é chata. ninguém te entenderá deste jeito, complexa toda vida.
Meu jeito afobado de ser, desesperada por resposta, á tudo. Fazendo interpretações romanticas e femininas: o que será que ele ve em mim?
Cheia de palavras engasgadas, com nó na garganta de tantas
não, não estou chorando meu bem. Por enquanto.
Esta mais para acumulo de palavras. Bom, tenho falado desnecessáriamente, nos momentos em que o silencio bastava.
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