sexta-feira, 5 de junho de 2009

Assentiu com a cabeça. E tinha mesmo razão, era mais fácil neste mundo se ser criança. O riso, aquele solto de perder o folêgo e doer a barriga. Onde a maior preocupação era do que iriamos brincar se chovesse a tarde?
E a vida sempre a passar.
Aonde vai dar? E já nem sei se quero saber responder.
Saber se iremos nos ver noi proximo aniversario, ou por avenidas aí nos esbarrar.
Oh Destino! oh, rogo que não dixe, rogo e peço-lhe não faça deles e de mim, um desvio no meio do caminho.
Vamos prometer, juras fazer.
Promessas com sangue, será tudo igual.
Sempre, Será tudo igual. A jovialidade de nossos sentimentos recém descobertos, e aventuras tão cheias do entusiasmo pela vida, pelo amor, pela dor.

Obrigada.
Ao som de Zeca Baleiro.

Um comentário:

Leandro Noronha da Fonseca disse...

crescer, acima de tudo, dói. E quando você olha pra trás, e ver que perdeu muita coisa, e que poderia ter aproveitado mais... a gente sofre mais ainda.


beijo, rafa.