Oscilo, não possuo a certeza. Dúvido que ela, a certeza, fora de mim arracada.
Porém, também me permiti, ficar sem a dita, certeza.
Você conhece o Caio Fernando Abreu, é um escritor já morto (digo morto e não se assuste, não encontro problemas em dialogar com ela, a morte. Assim, como dialogo com a vida.)
Leio, sempre que posso. Livros de amigos meus, alias tenho um dele. Neste ele trata de anjos e espiritualidades, de forma dócil e bonita. Digo e Adimito. É dele canalha, humano, deprê, sentimentalista barato movido a alcool, eu gosto.
Devorei seus contos, assim. Com os sentimentos ordinários humanisticos, dos bichos brancos (termo que ele utiliza, pra deescrever humanos).
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